domingo, 23 de janeiro de 2011

Fala

Meus textos tem soado estranhos.
Sinto que é preciso neste momento botar pra fora qualquer expressão que venha de dentro, assumir que (nem) tudo é poesia.
Existem coisas que só consigo curar/entender/dissolver escrevendo.
É como uma intervenção cirurgica. E como tal, mostrar o sangue, as entranhas, o sujo, o dentro, as vezes espanta!

2 comentários:

Emely disse...

nem so da beleza das flores que a alma se expressa.

paulo_puo disse...

exteriorizar o interior.
coisa linda, saudades...