sábado, 4 de julho de 2009

Mesmo com chuva, brilha

Beijou-me os olhos quando cheguei e com chuva voou.
Deixou tudo sorrindo amargo-esperança, a cama sem beira
e uma saudade salgada dos dias que levou nas asas.
Voou pra longe menino-passarinho.
Lavou alma, secou boca,
deixou meus olhos chovendo.

2 comentários:

Emely disse...

Conta Gotas!
=)

THE POEM HAS BROKEN disse...

E é tanto mar saindo dos olhos
e é tanta dor batendo no coração
É tanto tudo que embrulha
e o nada acalma o calmo vezemquando e faz um bem danado.